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Ministério vai reduzir intervalo da Pfizer para 21 dias, confirma secretário

27/07/2021 09h19
Por: Depto de Jornalismo .
Fonte: Rádio Guaíba, com AE e R7
Foto: Alina Souza/Correio do Povo
Foto: Alina Souza/Correio do Povo

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, confirmou nesta segunda-feira, que o intervalo entre a aplicação da primeira e segunda doses da vacina da Pfizer vai ser reduzido, de 90 para 21 dias. Hoje, quem recebe a primeira dose precisa esperar três meses para tomar a segunda. O secretário, contudo, não informou quando a mudança vai ser posta em prática. “Precisa ver qual é o melhor timing disso, mas que vai diminuir, vai”, disse.

Apesar de dar como certa a redução do intervalo, Cruz afirmou que vai aguardar para saber quantas doses da vacina o Brasil deve receber em agosto. O Ministério deve checar com o laboratório o cenário exato de entregas para agosto e acertar com o Conselho de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e com o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), a melhor data para diminuir o prazo.

A decisão de reduzir o intervalo entre as doses da vacina busca conter o avanço da variante indiana do coronavírus, a Delta. Pesquisa do laboratório francês Pasteur, indica que a primeira dose da Pfizer protege apenas 10% contra a variante. Por outro lado, com as duas doses tomadas, a taxa sobe para 95%.

A bula do imunizante da farmacêutica americana já recomenda os 21 dias. Antes de estados como São Paulo e o Rio Grande do Sul terem confirmado a transmissão comunitária da variante Delta (sem que os pacientes tenham viajado para fora), o governo manteve a política de estender o prazo para permitir que um maior número possível de pessoas tome a primeira dose.

A Pfizer firmou contrato com o Ministério da Saúde para fornecer 100 milhões de doses até dezembro, dos quais 17,8 milhões já chegaram.

Além desse contrato, outros 100 milhões de doses da Pfizer, de uma segunda compra, devem ser entregues em dezembro.

O Ministério esclareceu, mais cedo, que a única alteração estudada é para a vacina da Pfizer. A AstraZeneca também é aplicada com intervalo de 12 semanas, mas esse é o período indicado em bula.

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