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Vacinação deve começar na quarta-feira de forma simultânea em todo o país se Anvisa aprovar imunizantes, diz Pazuello

14/01/2021 14h17
Por: Depto de Jornalismo .
Fonte: Gaúcha ZH
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou para um grupo de prefeitos de todo o país na manhã desta quinta-feira (14) que o início da vacinação contra o coronavírus vai ocorrer de forma simultânea a partir das 10h da próxima quarta-feira (20). Pazuello apresentou um cronograma para os integrantes da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e apontou que, se aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as vacinas já começam a chegar aos Estados a partir de segunda-feira (18). Só depois que todos os entes estiverem abastecidos é que o Ministério dará a largada para a campanha. 

A Anvisa vem informando que decidirá sobre a autorização para uso emergencial das vacinas de Oxford e CoronaVac no domingo (17), mas Pazuello informou que essa decisão pode ser dada já no sábado (16), de forma a antecipar o envio das doses para todas as capitais do Brasil. Questionada, a Anvisa disse que a decisão está marcada para domingo e que não há chance de antecipar o encontro. 

O calendário apresentado pelo ministro a prefeitos inclui um evento no Palácio do Planalto na terça-feira (19) para marcar o início da campanha de vacinação. Um dia depois, na quarta-feira, deve ser iniciada oficialmente a campanha de imunização. No Rio Grande do Sul, entre 200 mil e 300 mil doses devem chegar entre segunda (18) e terça-feira. A distribuição ocorre proporcionalmente de acordo com a população em grupo de risco de cada Estado. 

Segundo o prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal, que participou do encontro com o ministro, neste primeiro momento, o plano do governo federal é vacinar todos os idosos acima de 60 anos em asilos, todos os indígenas aldeados acima de 18 anos e 71% dos profissionais da saúde que estão na "linha de frente". 

Em entrevista à Globo News, o presidente da FNP,  Jonas Donizette, informou que as dois milhões de vacinas da AstraZeneca (produzidas pela Fiocruz) serão aproveitadas como dose única, já que a segunda parte da imunização pode ocorrer em até três meses. A situação vai dar tempo para que mais doses sejam produzidas e distribuídas para a segunda parte da imunização com essa vacina. Já as seis milhões de doses da Sinovac (produzidas pelo Butantan) serão aplicadas duas vezes em um intervalo de 21 dias em cada pessoa nesta primeira parte da imunização. Por isso, a cada duas doses, uma pessoa será imunizada. 

Considerando esse cálculo, o ministro da Saúde informou aos prefeitos que cinco milhões de pessoas serão vacinadas nesse primeiro momento no país. 

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