RD Online
Sicredi
JL MÓVEIS E ESQUADRIAS REDENTORA
Cervejaria da Praça
Ceducar Centro Educacional Carla Renati Andriguetto
Gordelícias
Lemarco
Casa Nova de Redentora
Via Tec telecom
UNOPAR INFE
Banner Site
Mecânica e Auto Elétrica Pampa
Auto Posto Gemelli
Cotricampo
JP Celulares Redentora
Vital Seg Serviços de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional
CENTER MÓVEIS REDENTORA
Rafa Instalações
CS CLIMATIZAÇÃO EM TENENTE PORTELA
UNOPAR VESTIBULAR
Anúncio Rádio RD Online
ZÉ AUTOMÓVEIS
C-TEC REDENTORA
ESTRADA ILUMINADA

Estrada Iluminada: Cofre cheio. Apego material. Pandemia.

Coluna escrita por Nilton Moreira

16/10/2020 09h44
Por: NILTON MOREIRA

Somos muito apegados à matéria. Aos bens materiais. Não suportamos a ideia de morrer e deixar tudo que acumulamos durante a vida em mãos de outros, e quando acumulamos mais e mais dizemos que é para deixar aos filhos. Será?

Certa ocasião, numa atividade mediúnica nos foi trazido para esclarecimento um desencarnado que possuía muitas terras, e mantinha num grande cofre de uma das suas fazendas soma substancial em ouro. O espírito fazendeiro embora não pertencesse mais a esta vida permanecia agarrado ao cofre, tentando abri-lo e se negava a seguir a trajetória na espiritualidade, situação esta difícil de ser resolvida, pois que ele não acreditava estar sem o corpo físico, e sentia-se como se estivesse sonhando.

Estas situações são comuns acontecerem por ocasião do passamento, pois infelizmente somos preparados para viver e esquecemos que temos um tempo de validade. Tomamos sempre por base o nosso tempo de permanência aqui na Terra pela idade das pessoas idosas, e durante a maior parte de nossa vida não nos preparamos para o passamento.

A maioria das crenças religiosas não aborda vida além-túmulo, informando aos seguidores que tudo termina com a morte e que entrarão num sono profundo de descanso até o juízo final. No entanto quem assim acredita se depara com uma realidade diferente.         

Mesmo agora com essa pandemia que pode nos levar de uma hora para outra, a exemplo de outras doenças repentinas, não conversamos sobre o que devemos adotar de um momento para outro. A maioria reclama do distanciamento, do ter que conviver com máscara, e higienizar-se constantemente, mas não troca informações a respeito de ser acometido pela doença e ter de separar-se de seus bens e entes queridos num piscar de olhos.

Ser curado de qualquer moléstia tem a ver com merecimento. Uma doença que pode ser considerada fatal vem sempre para nos mudar a maneira de encarar a vida. Às vezes nos achamos pessoas boas por fazermos caridades, de distribuir alimentos, roupas, ou dar quantia em dinheiro. Esta é a caridade mais simples de realizarmos e os governantes fazem isso rotineiramente, pois dependem apenas de recursos. Existem outras caridades que ai sim são meritórias, como adoção de uma criança sem lar, cuidar um doente ou tratar bem um idoso. Não basta sermos caridosos materialmente, temos de sermos nos moldes que Jesus ensinou.

Uma palavra amiga ou um bom conselho também é caridade. Lembremos que Jesus procurava sempre levar uma palavra de consolo e quando praticava a cura sempre orientava a não pecar mais, isto é, deveria o doente que conseguia escapar de doença grave, modificar seu comportamento. Assim continua nos dias de hoje, pois a evangelização de Jesus não mudou.

Pensemos um pouco mais no que pode nos acontecer repentinamente e procuremos nos esclarecer, para não ficarmos agarrados ao cofre. Muita paz amigos. 

 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias