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Adolescente de 15 anos morre após sofrer choque elétrico enquanto utilizava celular ligado à tomada

De acordo com a Polícia Civil, Luigi Nascimento Sousa Sodré estava jogando com o celular carregando quando pegou um choque e acabou morrendo.

24/09/2020 17h09Atualizado há 1 mês
Por: Depto de Jornalismo .
Fonte: G1
Luigi Nascimento Sousa Sodré, de 15 anos, morreu após descarga elétrica por celular ligado à tomada no PI — Foto: Reprodução/Facebook
Luigi Nascimento Sousa Sodré, de 15 anos, morreu após descarga elétrica por celular ligado à tomada no PI — Foto: Reprodução/Facebook

Luigi Nascimento Sousa Sodré, de 15 anos, morreu na noite dessa quarta-feira (23), após sofrer uma descarga elétrica quando utilizava o celular ligado à tomada de um bar e restaurante localizado na Praia de Atalaia, em Luís Correia, a 365 km de Teresina, no Litoral do Piauí.

O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionado para prestar socorro, mas ao chegar no local, verificou que o jovem já estava sem vida.

A Polícia Militar também foi chamada e realizou o isolamento do local para realização da perícia. Após o procedimento, o Instituto Médico Legal (IML) de Parnaíba recolheu o corpo.

De acordo com o perito criminal do IML, Eduardo Gonçalves, o adolescente estava jogando com o celular carregando e pegou um choque elétrico, que resultou na sua morte.

"Verificamos algumas marcas características de choque elétrico no corpo e havia uma equipe de uma concessionária de energia no local que informou a queda de uma das fases de um poste na região, mas não tenho como dizer se foi no momento exato", informou.

Ainda de acordo com o perito, o carregador do celular não apresentou nenhum problema e a tomada em que ele estava conectado não estourou, mas existe um limite de eletricidade que o material do carregador consegue isolar.

"Acredito que ele tenha sofrido isso devido à alta tensão e não somente por causa da corrente elétrica. Entre 120 e 1200 volts é causado um fenômeno parecido com o de um desfibrilador e isso leva à parada cardíaca e asfixia”, explicou o perito.

Conforme Eduardo Gonçalves, tudo indica que o adolescente tomou banho de mar antes de sofrer a descarga elétrica, pois estava com roupa de banho e sem camisa, mas que ainda não é possível confirmar. O IML tem até 10 dias para concluir o laudo pericial.

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