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Mãe que matou filho em Planalto tem prisão preventiva decretada pela justiça

Alexandra Duogokenski confessou que matou a criança.

26/05/2020 08h48
Por: Depto de Jornalismo
Fonte: Rádio Uirapuru
Caixa onde o corpo do menino foi encontrado. Foto: Josias Marques/Portal In Foco RS
Caixa onde o corpo do menino foi encontrado. Foto: Josias Marques/Portal In Foco RS

A polícia civil confirmou no início da noite desta segunda-feira, 25, que o corpo do menino Rafael Mateus Winques, 11 anos, foi localizado próximo a casa onde residia no município de Planalto.

A mãe do garoto, Alexandra Duogokenski confessou que matou a criança. A informação foi confirmada pelo delegado Joeberth Pinto Nunes, responsável pelo Departamento de Polícia do interior.

O corpo do menino foi localizado escondido dentro de uma caixa de papelão, em uma casa há cerca de 50 metros do local onde morava. Segundo a mãe, o menino foi morto através da ingestão de medicamentos. O corpo permaneceu no local até por volta da meia noite quando foi concluído o trabalho pericial.

O conselho tutelar de Planalto se manifestou através das redes sociais comunicando a localização do corpo do menino e lamentando a situação.

Prisão preventiva decretada

Alexandra Duogokenski teve sua prisão preventiva decretada pela justiça durante a noite desta segunda-feira. Ela alega que não teve a intenção de matar o menino. A mãe disse ainda em depoimento, que o menino teria passado algumas noites sem dormir por estar jogando no celular.

De acordo com informações colhidas na cidade de Planalto pela reportagem da Rádio Uirapuru, a acusada não tinha ocupação profissional fixa, e segundo um vizinho, vivia da pensão que recebia depois do falecimento do primeiro marido. Após a decretação da prisão, ela foi levada ao cárcere em local não divulgado.

O Delegado Joeberth Pinto Nunes disse que a perícia poderá identificar se a mãe usou algum produto sobre o corpo do menino para retardar sua decomposição e evitar odor.

No pedido de prisão preventiva de Alexandra a polícia trata o caso como homicídio doloso (quando há intensão de matar). A investigação policial e a perícia poderão apontar se o crime foi cometido intencionalmente ou não.

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