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Sob pressão por retomada de atividades, prefeitos do RS buscam manter medidas restritivas

Parte dos chefes de executivos municipais quer que Estado baixe decreto com regras para todas as cidades gaúchas

30/03/2020 10h44
Por: Depto de Jornalismo .
Fonte: Zero Hora
Foto: RD Foco
Foto: RD Foco

Em meio à crescente pressão que vêm sofrendo para autorizar a retomada das atividades econômicas, prefeitos gaúchos têm agido em conjunto e buscado uma intervenção do governo do Estado para manter em vigor as medidas de quarentena consideradas essenciais à contenção do coronavírus. 

Na manhã de domingo (29), a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) divulgou um documento em que reitera a posição em favor do isolamento social nos municípios, em conformidade com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. “Abrandar o isolamento social, neste momento, pode representar uma expansão acelerada do contágio, assim como pode, inevitavelmente, sobrecarregar o sistema de saúde pública de todo Brasil, ainda insuficiente para atender um surto da pandemia”, diz o texto.

O entendimento é de que é necessário unificar os procedimentos das prefeituras e convencer o governador Eduardo Leite a baixar um decreto com regras válidas para todas as cidades, de forma a arrefecer as pressões locais. A Famurs, que representa os prefeitos dos 497 municípios, defende que um decreto unificado daria mais fôlego para os gestores resistirem às cobranças de comércio, indústria e agronegócio. 

A posição do governo do Estado é manter um decreto que estabelece apenas as condições mínimas a serem observadas por todos os municípios, como suspensão de aulas e o fechamento de shop­pings. O texto publicado na semana passada também prevê restrições a outras atividades, com itens que precisam ser observados pelas empresas, desde o comércio até a indústria. Leite disse ter plena confiança de que o decreto está adequado e que cabe às prefeituras adotarem regras mais rígidas, se entenderem necessário. 

Na avaliação da Famurs, o decreto editado pelo governador só impõe medidas brandas, deixando a carga de implantar regras mais severas sobre os prefeitos.

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