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Caso Naiara: acusado de estuprar e matar menina de sete anos vai a júri em maio na Serra

Acesso do público e da imprensa não será permitido durante o julgamento de Juliano Vieira Pimentel de Souza

14/02/2020 17h21
Por:
Fonte: Gaúcha ZH
Homem foi preso 15 dias após o crime, em março de 2018 Foto:Diogo Sallaberry / Agencia RBS
Homem foi preso 15 dias após o crime, em março de 2018 Foto:Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O julgamento de Juliano Vieira Pimentel de Souza, réu confesso do estupro e da morte de Naiara Soares Gomes, está marcado para 12 de maio, às 9h30min, em Caxias do Sul, na Serra. O crime ocorreu em 9 de março de 2018 e tramita na 1ª Vara Criminal em segredo de Justiça por se tratar de criança vítima de crime sexual.

Conforme determinação da Justiça, o júri vai ocorrer a portas fechadas para público e imprensa. Apenas o magistrado, o réu e seus defensores, representantes do Ministério Público (MP) e da assistência de acusação e os jurados poderão ter acesso ao local. O promotor de Justiça Alexandre Salim atuará em plenário representando a acusação.

Souza será julgado pelos crimes de estupro de vulnerável, homicídio triplamente qualificado (por asfixia, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outro crime) e ocultação de cadáver. Ele está isolado em uma cela da Penitenciária de Canoas 2 (Pecan 2), desde o dia 21 de março de 2018.

Lembre o caso

Em 9 de março de 2018, Naiara, com sete anos na época, desapareceu no trajeto da casa até a Escola Municipal Renato João Cesa, no bairro Esplanada, onde ela estudava. Quinze dias depois, Souza foi preso, confessou os crimes à Polícia Civil e indicou o local onde havia escondido o corpo da vítima.

Ele foi indiciado em 5 de abril de 2018 e denunciado em 11 de maio.  Em 10 de agosto daquele ano,  a juíza que conduzia o processo, Milene Froes Dal Bó, tornou o homem réu.

A Defensoria Pública, que representa Souza, chegou a solicitar, em julho do ano passado, que o julgamento dele ocorresse fora de Caxias do Sul, mas os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado negaram o pedido.   

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