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BRASÍLIA

Bolsonaro anuncia demissão de Osmar Terra e nomeações de Onyx para Cidadania e de general para Casa Civil

Terra retornará a sua cadeira na Câmara dos Deputados, ocupada atualmente por Darcísio Perondi (MDB-RS), seu suplente.

14/02/2020 10h39
Por: Gilmar Machado
Fonte: Gaúcha ZH
Osmar Terra retornará para a Câmara dos Deputados - Foto:Mateus Bruxel / Agencia RBS
Osmar Terra retornará para a Câmara dos Deputados - Foto:Mateus Bruxel / Agencia RBS

Às 16h41min desta quinta-feira (13), Jair Bolsonaro comunicou, pelo Twitter, a reforma ministerial que vinha sendo anunciada pela imprensa desde o dia anterior. O presidente demitiu Osmar Terra do Ministério da Cidadania, transferindo Onyx Lorenzoni para a pasta. Já o antigo cargo de Onyx à frente da Casa Civil foi passado para o chefe do Estado-Maior do Exército, general Walter Braga Netto.

Aguardadas com expectativa nos gabinetes de Brasília ao longo dos últimos dias, as mudanças ocorrem após as denúncias de suspeitas envolvendo o Ministério da Cidadania. A pasta contratou uma empresa suspeita de ter sido usada para desvio de R$ 50 milhões no extinto Ministério do Trabalho mesmo depois de alertas de órgãos de controle.

Aguardadas com expectativa nos gabinetes de Brasília ao longo dos últimos dias, as mudanças ocorrem após as denúncias de suspeitas envolvendo o Ministério da Cidadania. A pasta contratou uma empresa suspeita de ter sido usada para desvio de R$ 50 milhões no extinto Ministério do Trabalho mesmo depois de alertas de órgãos de controle.

Interlocutores palacianos também avaliam que Terra não apresentou nenhuma marca importante em seu primeiro ano. A fila do Bolsa Família, por exemplo, chegou a 1 milhão depois de maio, quando estava zerada. Terra retornará a sua cadeira na Câmara dos Deputados, ocupada atualmente por Darcísio Perondi (MDB-RS), seu suplente.

Um dos primeiros políticos a apoiar abertamente Bolsonaro, Onyx mantém-se no primeiro escalão em um ministério de robusto orçamento após ter assistido ao esvaziamento da Casa Civil. Em junho do ano passado, o ministro perdeu a articulação política para o secretário-geral de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. No final do último mês, teve o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) transferido para o ministro da Economia, Paulo Guedes.

A crise no entorno de Onyx teve início após a demissão de seu número dois, José Vicente Santini, pelo uso de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) em viagem à Índia e à Suíça. Bolsonaro classificou a atitude como "inadmissível" e disse que o assessor deveria ter usado um voo comercial, assim como outros ministros.

Em vídeo publicado no Twitter, Onyx afirmou que "não importa o número da camiseta".

 "O time Bolsonaro é humilde, é unido e é forte. E aqui não importa o número da camiseta. O presidente me entrega hoje uma nova missão que vou cumprir com o mesmo zelo, com a mesma dedicação e com o mesmo empenho, para melhorar e transformar a vida dos brasileiros e das brasileiras", afirmou o agora ministro da Cidadania.

O novo ministro da Casa Civil, Braga Netto, foi escolhido para organizar a estrutura interna do governo. O general ganhou notoriedade nacional em 2018, ao ser nomeado interventor federal no Rio de Janeiro pelo ex-presidente Michel Temer. Por 10 meses, controlou todas as forças de segurança fluminenses, incluindo as polícias Civil e Militar, em meio à eclosão da violência urbana na cidade. Passou por momentos tensos, como a morte da vereadora Marielle Franco.